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domingo, 31 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
RTP PROÍBE SÓCRATES NA TSF
A RTP proibiu a TSF de transmitir a entrevista a José Sócrates, alegando que tem no seu grupo rádios públicas que o podem fazer, impedindo desta forma que os ouvintes da rádio das notícias, caso não tenham oportunidade de acompanhar a entrevista no canal 1 da televisão pública, possam fazê-lo através daquela estação.
Em Nota da Direção da TSF publicada esta tarde, o diretor Paulo Baldaia lamenta esta posição do grupo do Estado, lembrando que no passado foram realizados simultâneos de entrevistas e debates políticos da RTP sem nunca existirem problemas desta ordem.
Na referida Nota pode ler-se ainda que "o serviço público, seja pago pelos impostos de todos os portugueses ou fornecido gratuitamente por empresas privadas, é uma obrigação de todos os jornalistas".
Com esta tomada de posição do grupo do Estado, a TSF vê-se obrigada a fazer alterações na programação prevista para a noite de hoje, sendo que o Especial Informação que estava agendado para as 21h vai começar apenas às 22h.
Acrescentamos ainda que a esta hora, na programação disponível no site da Antena1 não está referenciado qualquer espaço informativo para a transmissão da entrevista a José Sócrates.
sexta-feira, 22 de março de 2013
JORNALISTAS DA RÁDIO PÚBLICA DIZEM-SE PREJUDICADOS NA REESTRUTURAÇÃO DA RTP
Os jornalistas da rádio pública queixam-se de que o serviço de rádio tem sido “sucessivamente prejudicado pelas sinergias na RTP” decorrentes da reestruturação na empresa e afirmam que há situações em que se transformaram em “penduras” da televisão.
Nesta quarta-feira à tarde, os jornalistas estiveram reunidos em plenário e emitiram no final um comunicado, entregue à direcção de informação da rádio e à administração da RTP, no qual afirmam que “a decisão de enviar apenas um repórter – por norma da televisão – para fazer a cobertura jornalística em simultâneo para os dois meios mostrou-se prejudicial para a rádio em diversas ocasiões”.
Os profissionais criticam ainda o facto de já ter sido proposto a elementos da rádio que executassem trabalhos também para a televisão, sem terem as competências e o treino adequados. “Os jornalistas da rádio não estão disponíveis para aceitar tarefas para as quais não tenham formação”, afirmam, exigindo uma “formação adequada, rigorosa e completa de televisão” para não serem sujeitos a situações que classificam de “amadorismo”.
O plenário de jornalistas questionou também o plano de mudanças físicas dentro do espaço da redacção de Lisboa, que fará com que algumas secções editoriais da rádio partilhem o mesmo espaço com as secções da televisão nas áreas editoriais correspondentes, fazendo com que a redacção da rádio fique “dispersa por três áreas diferentes do edifício”. A experiência de aproximação das redacções dos dois meios que já está a ser levada a cabo no Porto “tem-se mostrado inútil”, argumentam.
Sob a administração de Alberto da Ponte, a RTP está a executar um plano de redução de despesa, que passa por medidas como rescisões amigáveis e sinergias entre os dois meios.
“Nesta lógica de controlo de custos, por orientação da administração da RTP, os jornalistas da rádio e da televisão têm vindo a partilhar transporte para os locais de reportagem”, refere ainda o documento. “Por mais do que uma ocasião, devido às características específicas dos dois meios, o trabalho da rádio tem sido comprometido. Considerando que os meios de transporte pertencem a toda a empresa, os jornalistas da rádio não são ‘penduras’ da televisão”.
Fonte: Jornal Público
terça-feira, 19 de março de 2013
RÁDIO COMERCIAL MANTÉM A LIDERANÇA
Os dados do Bareme Rádio da Marktest, relativos a fevereiro, mantêm a Rádio Comercial como a estação mais mais ouvida em Portugal, com uma audiência acumulada de véspera de 13,7% e um share de 20,5%.
A RFM mantém o segundo lugar, com uma audiência acumulada de véspera de 11,8% e um share de 17,9%.
No terceiro lugar do pódio está outra rádio do grupo r/com, com a Rádio Renascença a atingir uma audiência acumulada de véspera de 8,3% e um share de 11,6%.
Quanto às rádios com um projeto informativo, a Antena1 ocupa o quarto lugar com uma audiência acumulada de véspera de 5,3% e um share de 7,3%, com a TSF logo a seguir com 4,5% de audiência acumulada de véspera e 4,4% de share.
As posições da RFM e da RR colocaram o grupo r/com na liderança, com uma audiência acumulada de véspera de 22,9% e um share de 34,6%. Segue-se o grupo MCR com 20,8% de audiência acumulada de véspera e de 31,2% de share de audiência. O grupo RTP apresenta uma audiência acumulada de véspera de 7,6% e um share de 10,6%.
Fonte: Marktest
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